Monitorado de duas em duas horas, o nível do Rio Paraíba do Sul continua baixando. Na última medição do rio, realizada às 18h, a cota foi de 9,74. Ao meio-dia, a cota era de 9,83 metros. Segundo o subsecretário de Defesa Civil Municipal, Edison Pessanha, o órgão continua em alerta máximo e atuando de forma preventiva. Ontem, a cota do rio estava em 9,32 metros e dez famílias da Ilha do Cunha tiveram que ser removidas. Nesta terça-feira (31), mais duas famílias tiveram que deixar suas casas, totalizando 12 famílias atingidas pela água do rio.
- A previsão é que os níveis dos rios que cortam a região continuem baixando nas próximas horas, principalmente o Rio Paraíba do Sul. Os moradores da Ilha do Cunha continuam nos abrigos, porque mesmo com a baixa do rio, o nível de transbordo na comunidade é de 9,60 -, disse.
Das 12 famílias desabrigadas, 9 estão abrigadas na Escola Municipal Presidente Castelo Branco e três na Escola Municipal Dom Hélder Câmara, ambos na Pecuária. Pela manhã, equipes de assistentes sociais da Secretaria Municipal de Família e Assistência Social realizaram o cadastro dos moradores, que receberam água potável, kits de alimentação e fralda.
quarta-feira
Projeto Gente Boa retoma suas atividades nesta quarta
O projeto Gente Boa, da Fundação Municipal de Esportes (FME), retoma suas atividades esportivas nesta quarta-feira (1º). O projeto é realizado semanalmente, na Praça Santo Antônio, Praça da Tira Gosto e a quadra do Parque Aurora. Crianças e adolescentes participam de aulas de Basquete, Futsal, Vôlei e Handebol, ministradas gratuitamente por professores de educação física.
- Nós estávamos dando um suporte na praia do Farol. Por isso, não realizamos as atividades na aqui na cidade. Muitas praças do município estão sendo reformadas. A nossa intenção é levar o Gente Boa para esses locais - disse o diretor de Esporte de Quadra, Leonardo Arêas.
A Praça Santo Antônio, no Jardim Carioca, recebe o projeto todas as segundas e quintas. Na quadra do Parque Aurora, o esporte é praticado às segundas e sextas. Já na Praça da Comunidade Tira Gosto, as aulas são direcionadas às meninas, todas as segundas, quintas e sextas. As atividades esportivas são realizadas em todos os locais, sempre no período da tarde, das 14h às 18h, para crianças e adolescentes com idade entre 7 e 16 anos. “Ainda estamos reformulando os dias e locais, tudo vai depender da demanda de cada bairro”, informou Leonardo.
O objetivo do projeto é ocupar o tempo ocioso das crianças e promover a socialização. Para participar do Gente Boa, as crianças e os adolescentes devem estar matriculados na escola regular.
- Nós estávamos dando um suporte na praia do Farol. Por isso, não realizamos as atividades na aqui na cidade. Muitas praças do município estão sendo reformadas. A nossa intenção é levar o Gente Boa para esses locais - disse o diretor de Esporte de Quadra, Leonardo Arêas.
A Praça Santo Antônio, no Jardim Carioca, recebe o projeto todas as segundas e quintas. Na quadra do Parque Aurora, o esporte é praticado às segundas e sextas. Já na Praça da Comunidade Tira Gosto, as aulas são direcionadas às meninas, todas as segundas, quintas e sextas. As atividades esportivas são realizadas em todos os locais, sempre no período da tarde, das 14h às 18h, para crianças e adolescentes com idade entre 7 e 16 anos. “Ainda estamos reformulando os dias e locais, tudo vai depender da demanda de cada bairro”, informou Leonardo.
O objetivo do projeto é ocupar o tempo ocioso das crianças e promover a socialização. Para participar do Gente Boa, as crianças e os adolescentes devem estar matriculados na escola regular.
Animação cultural da Educação na Vila dos Pescadores
Muita animação e divertimento para turistas e veranistas da praia do Farol de São Tomé, em Campos. Nesta quarta-feira (01), na Vila dos Pescadores, a Secretaria Municipal de Educação, através das coordenações de Banda e Animação Cultural, promove várias atividades para o entretenimento do público. Com os projetos “Fazendo Arte na Praça” a Smec leva para as praças, atividades lúdicas, teatro, música e muita alegria. O projeto começa a partir das 9h e segue até às 14h.
Para a programação infantil, a Animação Cultural está preparando brincadeiras diversas no palco do ‘Caminhão Viajando com as Artes’. “Vamos levar muita descontração, com teatro, gincanas e cama elástica para garotada”, informou o coordenador da Animação Cultural, Antônio Sérgio Caetano, o Xuxa.
Xexé - Na próxima quarta-feira (08), será a vez da comunidade do Xexé receber a vasta programação do Caminhão e também do Luau da Educação. A partir das 20h, as bandas da Smec, juntamente com os instrutores de bandas e fanfarras da secretaria, proporcionarão ao público presente, um verdadeiro show de carnaval, com marchinhas e muito entretenimento. Lembrando que, na parte da manhã e início da tarde, o evento é por conta da criançada.
Para a programação infantil, a Animação Cultural está preparando brincadeiras diversas no palco do ‘Caminhão Viajando com as Artes’. “Vamos levar muita descontração, com teatro, gincanas e cama elástica para garotada”, informou o coordenador da Animação Cultural, Antônio Sérgio Caetano, o Xuxa.
Xexé - Na próxima quarta-feira (08), será a vez da comunidade do Xexé receber a vasta programação do Caminhão e também do Luau da Educação. A partir das 20h, as bandas da Smec, juntamente com os instrutores de bandas e fanfarras da secretaria, proporcionarão ao público presente, um verdadeiro show de carnaval, com marchinhas e muito entretenimento. Lembrando que, na parte da manhã e início da tarde, o evento é por conta da criançada.
Conheça a história do BodyBoard e sua chegada ao Brasil
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| Tom Morey criador do Bodyboard |
O bodyboard é um esporte bem antigo. Alguns desenhos e relatos do século XV mostram que na Polinésia já se surfava deitado. Nessa época, apenas os reis podiam surfar em pé e o povo só podia se divertir surfando de peito.
Em 1971, Tom Morey foi consagrado o criador do bodyboard moderno no Havaí, graças à sua invenção: a prancha Morey Boogie. A construção dessa prancha foi de extrema importância para o desenvolvimento do bobydoard e até hoje é comum o esporte ser conhecido como morey boogie.
Durante muito tempo, Tom Morey tentou imaginar uma prancha que pudesse ser surfada de uma maneira diferente da habitual. Depois de ter introduzido várias inovações em pranchas de surf, tentou inovar com um bloco de polietileno e desenhou algo totalmente diferente: a primeira prancha de bodyboard.
Os modelos começaram a ser vendidos e, em pouco tempo, o bodyboard conquistou os surfistas e foi ganhando novos adeptos. Com a expansão do bodyboard e a criação de entidades reguladoras, o esporte alcançou um alto reconhecimento, fazendo com que a indústria de bodyboard seja uma das maiores do esporte.
BodyBoard no Brasil
No Brasil o bodyboard é ainda maior. Desde sua chegada as praias brasileiras, o esporte tornou-se referência de conquistas, sendo a modalidade de águas que mais títulos mundiais rendeu ao Brasil. No total são 29 títulos: Guilherme Tâmega (seis), Neymara Carvalho (cinco), Stephanie Pettersen (quatro), Glenda Kozlowski (três), Soraia Rocha (dois), Daniela Freitas (dois), Mariana Nogueira (dois), Karla Costa, Claudia Ferrari, Isabela Sousa, Uri Valadão e Paulo Barcellos.
Um pouco da história do bodyboarding no Brasil:
O Rio de Janeiro sempre foi o grande celeiro do esporte no país e foi na capital carioca que o esporte começou a se tornar moda nas praias brasileiras.
Kung é, até hoje, é um dos maiores entusiastas do esporte no país.
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| Kung trouxe o BodyBoard para o Brasil na década de 70 |
No fim da década de 70, Marcus Cal Kung foi quem verdadeiramente difundiu o esporte no Brasil. “Foi nessa época que o Kung descobriu e começou a revolucionar a maneira de usar a prancha. Ele vinha lá do cantão do Leme, tirando tubos e mudando a história, alias criando, do bodyboard. Ele foi com certeza o principal fundamentador, tanto na parte técnica, quanto política, administrativa e evolutiva do esporte”, lembra Chico Garritano, Head Judge do Circuito Mundial e um dos grandes nomes da arbitragem mundial em todos os tempos.
Até os dias de hoje Kung é lembrado como o mentor do esporte no país. Seu conhecimento de onda e amor ao esporte alastrou a modalidade pelas praias cariocas e a partir daquele momento o Brasil passou a viver a febre chamada bodyboarding.
Com a chegada das pranchinhas ao país, o esporte ganhou adeptos e muitos competidores começaram a se destacar nas ondas brasileiras.
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| Guilherme Tâmega começando no BodyBoard |
Entre os homens nomes como Adilson Junior (Chumbinho), Paulo Esteves, Daniel Rocha, Xandinho, Jefferson Anute, Roberto Bruno, José Otávio, Cláudio Marques, Renato Kamp, Paulo Barcellos, Uri Valadão, Lucas Nogueira, Luis Villar, Eder Luciano, Marcus Lima, Dudu Pedra, Bruno Invyk além de diversos outros competidores ajudaram a escrever a história repleta de títulos e conquistas.
Entre as mulheres, Cláudia Ferrari, Isabela e Mariana Nogueira, Glenda Kozlowski, Karla Costa, Isabela Sousa, Maylla Venturim, Stephanie Pettersen, Soraia Rocha, Daniela Freitas, Jéssica Bekcer, e muitas outras ajudaram a marcar o Brasil como a grande potencia feminina.
Neymara e Guilherme, os maiores vencedores:
Além de todos os nomes citados, o Brasil produziu dois dos maiores competidores já vistos na história do esporte: Neymara Carvalho e Guilherme Tâmega.
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| Guilherme Tâmega em Pipelaine |
Morador do Rio de Janeiro, Guilherme revolucionou o esporte na década de 80, fazendo o impossível nas ondas e reinventando o jeito de pegar onda. GT, como é conhecido, foi o primeiro atleta de fato a desafiar o ícone Mike Stewart e a vencê-lo nas pesadas ondas de Pipeline, até se tornar hexacampeão mundial.
“Na mesma época que o Kung revolucionou o esporte eu vi um moleque que morava na rua Xavier da Silveira se destacar na maneira de usar um BB. Quem diria que um dia aquele garoto se tornaria o maior nome da esporte no Brasil e talvez no mundo. O Guilherme simplesmente mudou o modo de surfar nos principais picos do mundo”, conta Chico.
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| Tâmega torcedor do Vasco da Gama foi homenageado em 1997 no Estádio de São Januário após se tornar tetra campeão mundial. |
“O Guilherme era muito rápido, veloz, fazia manobras aéreas, 360º e um detalhe que ele tinha e realmente impressionava era a falta de medo. Com 14 anos ele fazia coisas que eu jamais havia visto e nem pesando que fosse possível de ser feito em uma prancha de bodyboard”, conta Elmo Ramos, editor chefe da revista RideIt.
Se entre os homens, Guilherme despontou como um dos maiores de todos os tempos, entre as mulheres o Brasil viu uma máquina de pegar ondas surgir na pacata Barra do Jucu, Espírito Santo.
Neymara Carvalho começou a pegar por influência do irmão e na época o país já passava pelo “boom” do esporte com a influência das irmãs Nogueira, Glenda e muitas outras competidoras.
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| Neymara Carvalho |
Em pouco tempo a Pequena Notável começou a se destacar e chamou a atenção de todos. “Na mesma linha de raciocínio que o GT, eu vi uma menina muito tímida, pegando a lycra para competir em um evento amador em Porto de Galinhas, simplesmente arrebentando e sendo a revolução. Neymara se transformou no maior nome do esporte da categoria feminina”, relembra Chico. “Sem sombra de dúvida existe um antes e um depois de Neymara”, encerra.
A capixaba ganhou o mundo e foi cinco vezes campeã do Circuito Mundial. “Logo que vi Neymara já sabia que ela se tratava de um fenômeno. Ela despontava no meio dos homens. Era um show de estilo e radicalidade”, comenta Elmo.
O mais importante ressaltar é que mesmo após tantos anos, os dois lideram os rankings mundiais em suas categorias. Uma vitória do bodyboarding brasileiro.
Fonte: Leonardo Gomes
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